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DISPERSE é uma Rede Interinstitucional sobre Frugivoria e Dispersão de Sementes, sediada na UESC (Ilhéus, Brasil). Ela reúne laboratórios brasileiros, localizados em diferentes estados do país, e internacionais que estudam as consequências da dispersão de sementes para padrões ecológicos observados em diferentes escalas espaciais, temporais e organizacionais. Para tal, combinamos múltiplas abordagens, como estudos observacionais e experimentais no campo, análise estatística de bancos de dados disponíveis na literatura ou criados por nossas(os) participantes e modelos matemáticos.

Eliana Cazetta
Coordenadora
eliana.cazetta@gmail.com
Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)
Estuda a ecologia de interações planta-frugívoros e os efeitos da fragmentação e do desmatamento sobre dispersão de sementes e funcionalidade de ecossistemas tropicais.
Investiga como padrões espaciais de paisagens alteradas pelo homem influenciam redes de dispersão, diversidade funcional e estabelecimento de plantas na Mata Atlântica.
Sua pesquisa integra análise de redes ecológicas, meta-análises globais e conservação da biodiversidade em hotspots tropicais.

Carolina Bello
Department of Environmental Systems Science, ETH Zürich, Suíça
Descrição: Estuda a contribuição da fauna para o funcionamento ecossistêmico e o potencial de restauração de carbono em paisagens fragmentadas.
Investiga como dispersores de sementes, redes tróficas e interações ecológicas influenciam a recuperação de biodiversidade e a mitigação das mudanças climáticas, integrando modelagem ecológica e DNA ambiental (iDNA). Sua pesquisa conecta biodiversidade funcional, restauração baseada em processos ecológicos e saúde ambiental em uma perspectiva global.

Lucas Gonçalves
Instituto Nacional da Mata Atlântica (MCTI-INMA
Estuda a ecologia e evolução da fauna brasileira, com foco em modelagem ecológica, biogeografia e processos evolutivos aplicados à conservação de espécies ameaçadas.
Investiga padrões espaciais de fenótipos polimórficos, distribuição histórica e viabilidade populacional de mamíferos, integrando análises macroecológicas, genéticas e demográficas.
Sua pesquisa busca compreender os impactos antropogênicos sobre a biodiversidade e subsidiar políticas públicas voltadas à conservação da fauna no Brasil.

Mathias M. Pires
Departamento de Biologia Animal, Unicamp
Estuda a reorganização de sistemas ecológicos diante da perda de biodiversidade.
Utiliza a abordagem de redes ecológicas, modelagem matemática e simulações computacionais para investigar efeitos indiretos, extinções e alterações nas interações tróficas e mutualísticas.
Busca compreender como essas mudanças afetam o funcionamento dos ecossistemas e os padrões ecológicos e evolutivos em diferentes escalas espaciais e temporais.

Paula Lemos da Costa
Departamento de Ecologia do Instituto de Biociências, USP
Estuda a estrutura e dinâmica de comunidades ecológicas sob uma perspectiva evolutiva, com foco em coevolução e interações dependentes de contexto.
Investiga como fluxo gênico, filogenia e organização espacial influenciam a dinâmica de interações ecológicas e os padrões emergentes em redes ecológicas.
Sua pesquisa integra modelagem teórica, experimentos e análise de redes para compreender a organização e estabilidade de comunidades complexas.

Rita de Cássia Portela
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
EEstuda a dinâmica populacional de plantas em paisagens fragmentadas da Mata Atlântica, com foco em palmeiras e regeneração florestal.
Investiga os efeitos da fragmentação e da defaunação sobre recrutamento, mortalidade de plântulas e cascatas ecológicas que afetam a estrutura das comunidades vegetais.
Sua pesquisa integra demografia vegetal, conservação da biodiversidade e ecologia de florestas tropicais.

Alexandra Pires
Departamento de Ciências Ambientais, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Estuda a perda de interações ecológicas e os efeitos da defaunação e fragmentação florestal sobre a biodiversidade da Mata Atlântica.
Investiga movimentos de mamíferos, predação e dispersão de sementes, bem como a restauração de processos ecológicos por meio da reintrodução de fauna.
Sua pesquisa busca compreender e recuperar interações ecológicas essenciais para a manutenção e restauração de ecossistemas tropicais.

Caroline Marques
Estuda a ecologia e evolução de interações entre plantas e animais, com foco no continuum mutualismo–antagonismo em sistemas envolvendo palmeiras, frugívoros e parasitóides. Investiga como traços relacionados à dispersão, predação e parasitismo influenciam recrutamento de plantas, dinâmica populacional e vulnerabilidade de espécies tropicais.
Sua pesquisa integra macroecologia, coevolução e sínteses conceituais para compreender os mecanismos que estruturam interações bióticas em florestas tropicais.
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Marco Aurélio Pizo
Departamento de Biodiversidade, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Rio Claro, SP
Estuda a ecologia de interações planta-frugívoros, com foco na dispersão de sementes e nos mecanismos de especialização entre aves e plantas.
Investiga como a seleção de frutos por frugívoros atua como filtro biótico na regeneração florestal e na composição de comunidades, incluindo implicações para captura e armazenamento de carbono.
Sua pesquisa integra ecologia comportamental, redes mutualísticas e conservação da biodiversidade em paisagens tropicais fragmentadas.

Mauro Galetti
Departamento de Biodiversidade, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Rio Claro, SP
Estuda a defaunação e seus impactos ecológicos e evolutivos no Antropoceno, com foco na perda de grandes vertebrados e suas consequências para o funcionamento dos ecossistemas.
Investiga como a extinção de espécies altera processos como dispersão de sementes, dinâmica de florestas e ciclos biogeoquímicos, integrando ecologia de interações e conservação da biodiversidade.
Sua pesquisa busca compreender as respostas ecológicas às perdas de biodiversidade e orientar estratégias de conservação frente às mudanças globais.

Paulo R. Guimarães Jr.
Departamento de Ecologia do Instituto de Biociências, USP
Estuda a interface entre ecologia, evolução e teoria de redes, investigando a estrutura, dinâmica e estabilidade de redes ecológicas, especialmente redes mutualísticas entre animais e plantas.
Seu trabalho integra modelagem matemática e teoria de sistemas complexos para compreender a coevolução, efeitos indiretos e as consequências de extinções sobre a organização de interações ecológicas.
Sua pesquisa busca entender como padrões estruturais emergem em redes ecológicas e como esses padrões influenciam processos macroevolutivos e a persistência da biodiversidade.

Rodrigo Ferreira Fadini
Instituto de Biodiversidade e Florestas (IBEF), Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
Estuda a ecologia de interações planta-animal na Amazônia, com foco em dispersão de sementes, defaunação e regeneração florestal.
Investiga especialmente a ecologia de ervas-de-passarinho (Loranthaceae), incluindo padrões de parasitismo, polinização e dinâmica populacional em savanas e florestas amazônicas.
Sua pesquisa integra conservação, interações ecológicas e o papel de vertebrados na manutenção e restauração de ecossistemas tropicais.

Ana Paula A. Assis
Departamento de Genética e Biologia Evolutiva, Universidade de São Paulo (USP)
Estuda a evolução e coevolução em sistemas biológicos, integrando genética quantitativa, morfologia e redes ecológicas.
Investiga como correlações genéticas, seleção natural e interações mutualísticas moldam a adaptação e a dinâmica evolutiva das espécies em contextos ambientais variáveis.
Sua pesquisa conecta processos microevolutivos, mudanças climáticas e estrutura de redes ecológicas para compreender a evolução da diversidade biológica.

Débora Rother
Centro de Ciências da Natureza, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Lagoa do Sino, Buri, SP
Estuda a conservação e restauração ecológica em paisagens tropicais, com foco em dispersão de sementes, regeneração florestal e redes ecológicas. Investiga como interações entre plantas e frugívoros, estrutura da paisagem e soluções baseadas na natureza influenciam a recuperação da biodiversidade e a provisão de serviços ecossistêmicos.
Sua pesquisa integra ecologia de comunidades, restauração florestal e análise de redes para promover paisagens multifuncionais e sustentáveis.

Marina Corrêa Côrtes
Departamento de Biodiversidade, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Rio Claro, SP
Estuda a genética espacial e as interações ecológicas, com foco na dispersão de sementes e no papel de aves frugívoras na estrutura genética de populações vegetais.
Investiga como fragmentação florestal, heterogeneidade ambiental e perda de fauna influenciam padrões genéticos, fluxo gênico e regeneração de florestas tropicais.
Sua pesquisa integra genética da paisagem, ecologia de interações e conservação para compreender os efeitos ecológicos e evolutivos das mudanças ambientais.

Patricia Morellato
Department of Biodiversity (formerly Botany), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Rio Claro, SP
Estuda a fenologia de plantas tropicais e os impactos das mudanças climáticas sobre padrões sazonais de floração, frutificação e dinâmica de ecossistemas.
Investiga como variabilidade climática e eventos extremos afetam interações planta-polinizador e planta-dispersor, integrando monitoramento de longo prazo, redes ecológicas e novas tecnologias como phenocams e sensores remotos.
Sua pesquisa conecta fenologia, biodiversidade e conservação, com foco na resposta de biomas tropicais às mudanças globais.

Pedro Jordano
Estación Biológica de Doñana, Spanish Council for Scientific Research (CSIC), Sevilla, Espanha
Estuda a biodiversidade sob perspectivas ecológicas e evolutivas, com foco em interações planta-animal e redes mutualísticas.
Investiga como interações ecológicas estruturam sistemas complexos, incorporando análise de redes para compreender padrões, funções e consequências de mutualismos na manutenção da biodiversidade.
Desenvolveu abordagens moleculares inovadoras para rastrear dispersão de sementes e fluxo gênico, contribuindo para avanços conceituais e metodológicos no estudo da coevolução e da conectividade ecológica.
INSTITUIÇÕES ASSOCIADAS

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